Novo ano novo

Chegamos ao final de 2014. Ano cheio de altos e baixos, picos e vales.

Ano de eleições, de Copa do Mundo, do histórico 7 a 1 da vitória da Alemanha sobre o Brasil, na época comandada pelo arrogante Felipão, e continuando, Minas Gerais se consolida como a ‘capital nacional do futebol’, em razão do rosário de títulos conquistados pela dupla Cruzeiro e Atlético. Desbancando assim, os milionários mercados do Rio de Janeiro e São Paulo.

Bem, pelo menos nos últimos 30 meses, bem mais quero falar do Cruzeiro, a Raposa. O time mineiro resolveu se planejar depois do susto que quase o levou a 2ª divisão. Contratou um técnico equilibrado, deu moral, força e ouviu suas sugestões. Fez o dever de casa. A partir daí, Marcelo Oliveira foi a campo trabalhar e o fez bem, apesar de ter sido uma estrela de primeira grandeza do rival Galo. Como estudioso, Marcelo com a diretoria, traçou os objetivos de acordo com a receita do clube.

Com um elenco sem estrelas, Marcelo levou ao time três títulos importantes e um vice. Isso resulta, como se sabe, em receitas: o Cruzeiro fez pelo menos 7 finais, com jogos decisivos e cerca de 40 mil pessoas, gerando rendas superiores aos milhões de reais.

A premiação para o campeão ou vice é um valor respeitável, o Brasileirão deve ser em torno de 10 milhões de reais. Outra coisa, a torcida entendeu e respondeu ao chamado do clube. É uma grana respeitável! Um bom planejamento, e perseguir objetivos trouxe a diferença. E de quebra fez o craque do campeonato.

Acho que é tempo de pensar e planejar para 2015.