Consumidores e marcas

A relação entre consumidores e marcas já foi mais tranquila. Se por um lado o consumidor tem um elenco de possibilidades de informações ao seu dispor, isso acaba desalinhando o discurso oficial da marca numa tentativa de falar sobre tudo com todos. Não é culpa da tecnologia e sim das novas mídias. Estou falando do discurso oficial, ou seja, de sua marca que é seu maior patrimônio intangível. Marcas que mentem estão sujeitas ao famoso voo de galinha, “curto e baixo”, isso quer dizer vida breve.
Existe um conflito enorme das novas mídias que tropeçam nas informações sem fontes de credibilidade, ocasionando informações mentirosas. Nesse campo, algumas marcas embarcam nesta “canoa furada” e fazem de seu discurso oficial algo “esquizofrênico”, levando sua marca correr riscos desnecessários. Vale a pena lembrar do ditado popular “olhe com quem andas e verás quem tu és”. Neste caso o dito passa a ser uma verdade.
Temos tendências relevantes como: a responsabilidade social – mais fiscalizada –, consumo consciente – onde menos é mais –, saúde, as novas tecnologias e as novas mídias responsáveis. 
O consumidor quer ser respeitado, espera que não mintam para ele, e que as marcas – produtos e serviços – cumpram o que prometem, quer que estejam abertos ao diálogo e ouçam o que ele tem a falar. Campanhas chamadas alternativas enganosas são “um tiro no pé” e aí o anunciante/cliente precisa ter uma assessoria capaz e responsável, algo como cuidar da marca, “Curadoria da Marca”.
Lembramos dos 4 Ps do marketing, e em especial daqueles que fazem essa roda girar: as pessoas, que mesmo com toda tecnologia, são elas que consomem seus produtos e seus serviços, julgam, analisam e transferem informações no “boca a boca”.
Antes cuidar do que remediar.
Abraços